Queria muito que o Henrique fosse o eliminado da última quinta no Ídolos. Hoje, cantando "primeiros erros", até que ele foi bem, mas errou a letra. O cara cantou "não PERGUNTE saber onde estou" no lugar de "não PROCURE saber onde estou". Confiram depois no youtube, não devo ter sido o único que notei isso. Porém, isso é o de menos. Não é por causa de uma falha que eu ia torcer pela eliminação de alguém, todo mundo erra. Eu torço pra ele sair porque os outros candidatos se superam cada vez mais. Não acho justo que ele continue no programa enquanto uma cantora como a Fernanda sai. Será que mais uma vez um menino de dezesseis anos do estilo sertanejo vai vencer? Está ficando cansativo.
Cinema, música, teatro, utilidades e também futilidades públicas. Sem restrições. Vamos discordar? Que bom! Aqui você pode ler, opinar e conversar. Ninguém precisa ter a mesma opinião.
quarta-feira, 29 de junho de 2011
Top 4
Fernanda Portilho
segunda-feira, 27 de junho de 2011
O Discurso do Rei
O drama, que não tem nada de triste, é ambientado às portas da Segunda Guerra Mundial e trata da dificuldade de um líder em executar uma de suas necessidades fundamentais: falar em público. Albert Frederick Arthur George (1895-1952), pai da atual rainha da Inglaterra Elizabeth II era o segundo na linha de sucessão do Rei George V (1865-1936), depois de seu irmão Edward (1894-1972). Por ser o caçula da Casa de Windsor, ninguém esperava que Albert assumisse o trono. Mas isso foi o que aconteceu em 1936, quando o irmão, interessado muito mais em sua própria felicidade do que na do império britânico, abdicou ao trono.
O primeiro momento do filme é um pouco devagar, pois nos dá até a impressão de ser uma coisa monótona. Daí a gente se engana: a coisa engrena, e, aos poucos, vamos nos encantando com o monarca, que não conseguia transmitir suas ordens sem gaguejar. Colin Firth (o rei George) ganhou, merecidamente, o Oscar de melhor ator. Helena Bonham Carter e Geoffrey Rush (fonoaudiólogo do rei) também fizeram um trabalho divino. Os dois concorreram ao prêmio de melhores coadjuvantes. Com doze indicações ao Oscar de 2011, "O Discurso do Rei" foi, ao lado de "A Rede Social", o favorito ao prêmio de melhor filme. O longa transmite um fascínio incrível. São fatos muito bem retratados, o que aumenta ainda mais a vontade de a gente ver o rei conseguir se expressar. É um ato tão simples, o de falar em público, mas, ao mesmo tempo, vira um grande problema para alguém que precisa passar um diálogo correto sem que seja alvo de deboche.
Todo o brilhantismo se divide (ou se multiplica) entre fotografia, edição, figurino e excelentes atuações. Um trabalho muito bonito, com um roteiro bem elaborado e direção impecável de Tom Hooper. Meu medo era ver "A Rede Social" como vencedor do Oscar de melhor filme. Torci muito para ver "O Discurso do Rei" com essa estatueta em especial e fiquei muito feliz com essa premiação. É válido qualquer soma para chamar a atenção das pessoas para assistir a esse filme histórico. Porém, trilha sonora e mixagem de som não são grandes destaques a ser comentados. Apesar de a trama ter o discurso do rei como foco, acho que o trunfo do filme é a relação que se torna uma grande amizade entre Lionel, o fonoaudiólogo, e George. É emocionante ver o contato dos dois e o verdadeiro sentido do que é amizade. Ao mesmo tempo, é cômico ver que tratar as pessoas por realeza, senhor, vossa senhoria, ou qualquer coisa do gênero, não é nenhuma prova de respeito. Enfim, é um filme grandioso em todos os melhores sentidos que a palavra possa permitir imaginar.
quarta-feira, 22 de junho de 2011
Top 5
F




segunda-feira, 20 de junho de 2011
Meia Noite em Paris
Na trama, o casal Inez (Rachel McAdams) e Gil (Owen Wilson) visitam a cidade de Paris. Ele é um escritor que, cansado de escrever para Hollywood, tenta terminar um romance. Ela já é prática e quer colher os frutos de ter um futuro marido com estabilidade financeira. Não gosto muito do Owen Wilson, acho ele caricata demais. Fica difícil aceitar ele em uma interpretação séria. Porém, Gil precisava ser cômico e o papel caiu como uma luva para o ator. O personagem entra em um carro de época, sempre depois de tocar o sino de meia noite na igreja, e vive um mundo literalmente surreal, conhecendo artistas da história da literatura, das artes plásticas e da música que viveram na década de 20. O mais bacana é que o sonho de Gil era viver em 1920, até que isso vira realidade pra ele e um mundo de faz de conta cult para quem assiste.
Woody Allen fugiu da história comum. Em filmes anteriores, já vimos o diretor falar de acaso, relação a três, viagens, assassinatos e pessoas de classe alta infelizes. Histórias que estão próximas de nós, sem fantasias. Este filme é diferente. A fantasia é o brinde em questão e a cidade de Paris é a grande protagonista do filme. A trilha sonora é sempre marcante e, pra mim, já se tornou um carimbo de qualidade das obras de Allen. As cenas são cômicas e inteligentes, Salvador Dalí fala sobre rinocerontes. E não precisa entender muito de arte para conhecer a maioria dos nomes renomados que são citados na trama, basta se imaginar entrando no mesmo carro do Gil. É uma nostalgia engraçada, lembra aquela velha frase que sempre escutamos do "antigamente não era assim". É uma inversão de papeis, uma forma debochada de dizer que certas coisas ganham valor com o tempo (quadros que hoje valem milhões) e outras perdem sentido quando se vangloria demais o passado.
É impressionante como Woody Allen consegue dar rítmo para um roteiro teoricamente parado. Há quem durma durante a sessão, mas talvez seja mais gostosa essa sensação de tranquilidade do que levar um susto com explosões e bombas. É um cuidado em especial com cada personagem e um jeito único de apresentar a cidade em forma de cartão postal. Eu até trocaria algumas pessoas do elenco, mas também não tenho nada para reclamar dos que atuaram, é questão de preferência mesmo. O filme é encantador e interage com personalidades históricas mundiais, uma fantasia deliciosa de ver. Um jeito singelo de dizer que em Paris tudo pode, desde um cachorrinho sentado na mesa de um restaurante até a magia de reviver ídolos culturais. Um dos melhores filmes de 2011. Obrigado, Woody Allen.


Marjory Porto


sexta-feira, 17 de junho de 2011
Um Lugar Qualquer
É fato que Sofia Coppola tem um rítmo próprio para as suas obras. Vimos isso em “Encontros e Desencontros” e “Maria Antonieta”. A trama é simples, bem como seus dois primeiros filmes. Stephen Dorff interpreta Johnny Marco, um ator de cinema bem sucedido e mulherengo assumido. Sua vida muda quando sua filha de onze anos, interpretada pela belíssima Elle Fanning, passa uns dias com ele, alterando sua rotina e fazendo com que ele reveja o que tem feito da vida nos últimos tempos. Nunca fui muito fã de Stephen Dorff. Johnny Marco é um personagem que não me trouxe nenhum tipo de sentimento. Não senti pena, não senti raiva, não senti emoção, não senti nada. Tudo bem que a sacada de mostrar um personagem rico e famoso e que, ainda assim, não é feliz foi muito bem colocada. Porém, é um desespero quieto num jogo de cena lento demais.
Não precisava dar voltas e voltas com sua ferrari para percebermos que o tal ator de filmes de ação não tinha rumo na vida. Filmes cults também precisam ter rítmo na história. E este não tem. Fica parecendo que Johnny Marco exige um cuidado extra, que na verdade é desnecessário. É um olhar tão insignificante que não nos leva a nenhum tipo de reação. A câmera se afasta e eterniza um momento qualquer, num lugar qualquer (beira da piscina) como se fosse o maior dos prazeres do personagem. Essa até que foi uma boa jogada, uma maneira de colocar aquele momento como algo pleno e que, para Johnny, realmente era, já que o pouco nosso era o glorioso bem estar dele. Mas, ainda assim, é pouco. O filme podia ser mais, acontecer mais.
É muito chato ter o mesmo sentimento durante toda a duração da trama. E o final acaba destruindo tudo que vimos do personagem. É uma bagunça onde nada acontece. Um filme de quase duas horas que poderia ser feito em cinco minutos. Toda a história é resumida na vida de um astro rico, cheio de mulheres, com um carrão de dar inveja e que mesmo assim é infeliz. Só colocam uns olhares vazios e algumas cenas para destacar ainda mais essa infelicidade. A vida de Johnny não acontece e a emoção de quem assiste também não. É um lugar qualquer, um filme qualquer, um personagem qualquer.


quarta-feira, 15 de junho de 2011
Top Seis


sexta-feira, 10 de junho de 2011
Piratas do Caribe 4
O objetivo dessa vez é chegar na Fonte da Juventude, cujo mapa está em posse de Jack Sparrow, que por sua vez está preso nos calabouços do Rei George II (Richard Griffiths), em Londres. Lógico que ele escapa, senão não teria filme. Sou fã de carteirinha de Johnny Depp. Jack Sparrow, sem dúvidas, é um de seus melhores personagens. Morro de rir com o jeitão sempre pego de surpresa e a maneira incrível de suas fugas mal improvisadas. Jack está sempre de olho em alguma guloseima ou tomando um gole de vinho durante seu plano de fuga (que nunca é planejado). Eu pensei que fosse sentir falta de Elizabeth (Keira Knightley) e Will (Orlando Bloom), o casal das edições anteriores. Mas não faltou absolutamente nada, os novos personagens deram conta do recado direitinho.
Entraram em cena o religioso Philip (Sam Claflin) e a sereia Syrena (Astrid Bergés-Frisbey). E eu que jurava que as sereias eram moças aquáticas do bem. A batalha dos piratas contra as sereias é um dos pontos altos da trama. Todo o filme é excelente, as imagens são deslumbrantes e é um bônus extra poder assistir em 3d. O cenário é muito amplo, com florestas magníficas, oceanos e paisagens que chegam à perfeição. O título é muito apropriado, navegamos em águas misteriosas junto com os personagens. É o tipo de filme que me deixa bobo, anestesiado. Conseguiram resgatar a fantasia do primeiro filme e amarrar, com brilhantismo, comédia e ação. E dessa vez é escancarado o que já era óbvio: o grande protagonista de todas as edições é e sempre será Jack Sparrow.
Trazer Penélope Cruz para o filme é algo fascinante e até inacreditável (pelo menos pra mim). Sabe quando a festa já está boa e te dão um brigadeiro escondido? É mais ou menos isso. Sou apaixonado pela atriz, que, claro, deixou carimbada a sua personagem com um trabalho divino. Ela é Angélica, a filha do lendário Barba Negra, que também está em busca da Fonte da Juventude. Mas não sabe se a relação deles é amor, ou se ela apenas é uma cruel golpista que quer saber como chegar à fonte. Tem que descobrir assistindo. E não se levantem da cadeira antes de terminar TODOS os créditos finais do filme. Vale conferir um pedacinho da próxima continuação, para desespero das más línguas. Não entendo essa preocupação das pessoas em ver Hollywood faturando dinheiro. Fazer qualquer porcaria é um desrepeito com o público, mas manter um trabalho bem elaborado é qualidade cinematográfica. Se vão ganhar milhões com isso, bom pra eles. Só sei que a magia dessa aventura continua e Jack Sparrow sempre será bem recebido por mim. E agora, com Penélope Cruz no elenco, certamente vou estender o meu tapete vermelho. Que venha o quinto filme.
Entraram em cena o religioso Philip (Sam Claflin) e a sereia Syrena (Astrid Bergés-Frisbey). E eu que jurava que as sereias eram moças aquáticas do bem. A batalha dos piratas contra as sereias é um dos pontos altos da trama. Todo o filme é excelente, as imagens são deslumbrantes e é um bônus extra poder assistir em 3d. O cenário é muito amplo, com florestas magníficas, oceanos e paisagens que chegam à perfeição. O título é muito apropriado, navegamos em águas misteriosas junto com os personagens. É o tipo de filme que me deixa bobo, anestesiado. Conseguiram resgatar a fantasia do primeiro filme e amarrar, com brilhantismo, comédia e ação. E dessa vez é escancarado o que já era óbvio: o grande protagonista de todas as edições é e sempre será Jack Sparrow.

quarta-feira, 8 de junho de 2011
Topo e Tapa
terça-feira, 7 de junho de 2011
Brasil x Romênia x Ronaldo

Emocionado, Ronaldo mandou seu tchau para cada parte do campo no intervalo de Brasil x Romênia. Merecidamente, o ex-jogador seguiu sendo celebrado pelos torcedores e por todos brasileiros apaixonados por futebol. "Tive três chances de gol, não consegui fazer, me desculpem. O meu muito obrigado por tudo que vocês fizeram por mim na minha carreira inteira. Quando chorei, vocês choraram, quando sorri, vocês sorriram. Até breve, mas desta vez fora dos campos", disse o Fenômeno. Com palavras de carinho, o ex-atacante agradece a todos os brasileiros que torceram e sofreram junto com ele. Não acompanho muito futebol. Quem me conhece sabe que não entendo muita coisa, meu forte é cinema e música. Mas o que mais me impressionou nesse jogo foi a vontade de todos os jogadores, sem excessão, em ver um gol do Ronaldo. Pareciam três seleções no mesmo jogo.
segunda-feira, 6 de junho de 2011
Saco é um saco
Com esse lema, o Ministério do Meio Ambiente lançou uma campanha, em 2009, para consumo consciente de sacolas plásticas, que já atingem a marca alarmante de doze bilhões por ano no país. Todo mundo sabe que as sacolinhas de supermercados são um grande problema ambiental, mas apenas sabem. Na prática, é preciso mais conscientização. Depois que o consumidor chega em casa e organiza suas compras nos devidos lugares, elas viram um material desnecessário. E, em todas as classes sociais, as sacolas são reutilizadas para colocar o lixo diário. Muita gente não tem o costume de comprar sacos de lixo, que geralmente são feitos de materiais reciclados. E as sacolinhas não são recicladas quando misturadas a outros resíduos, pois ficam contaminadas e inviabilizam o processo de reciclagem. A ideia é recusar, sempre que possível, as sacolas de plástico, que já se tornaram as vilãs internacionais e são encontradas até mesmo em locais considerados paraísos ecológicos.

domingo, 5 de junho de 2011
Renata Kuerten

Renata Kuerten comentou que sua dificuldade no forró foi diferente comparando com as das concorrentes. “Engraçado porque as pegadas, que todo mundo acha difícil, eu acho fácil. Mas na hora de dançar o forrózinho básico, acho difícil. Dá para entender? Mas isso é uma questão de tempo, já consegui me soltar”, contou. A modelo foi a eliminada de hoje na Dança dos Famosos, do Domingão do Faustão (que continua chato e entediante). Digo e repito que não tenho mais paciência para Fausto Silva. O quadro é o único atrativo para que eu assista essa parte do programa. Enfim, vamos para a eliminação da Renata. Todas as apresentações foram boas, nenhuma das moças "mandou mal". Porém, infelizmente, a modelo foi a escolhida, por unanimidade dos jurados, para deixar a competição. Já o público optou pela eliminação da Ellen Roche, mas foi voto vencido. Fiquei surpreso com essa decisão da plateia, mas acho que a galera prefere ver acrobacias aéreas do que um forrózinho colado. Pegar o corpo magrinho de uma modelo e jogar pro alto não é uma tarefa tão difícil assim.

sábado, 4 de junho de 2011
O Poder e a Lei

O filme "O Poder e a Lei" é uma adaptação do livro "Advogado de Porta de Cadeia" (publicado pela Editora Record no Brasil), de Michael Connelly. O ator Matthew McConaughey é Mick Haller, pai de família separado e advogado que circula em Beverly Hills com seu motorista negro em um Ford Lincoln. Vem a ele um playboy (Ryan Phillippe) acusado de espancar uma garota de programa e Mick aceita conduzir o caso, mesmo incerto da inocência do cliente. O filme é a mistura perfeita de suspense dramático com uma boa trama policial.

O personagem de Matthew começa a repensar sobre sua vida profissional e reflete sobre a defesa de um possível criminoso ao mesmo tempo em que descobre não ter conseguido livrar um inocente da cadeia. Esse é o dilema de Mick. Não posso contar muito para não estragar nada para quem ainda vai assistir, mas todo o desenrolar do filme gira em torno do sistema judiciário. E, nesse sentido, o filme é impecável. A história trabalha a canastrice dos advogados e mostra como a lei, até a americana, é falha. Debocha, sem piadas, dessa ética moral que os profissionais da área de Direito tanto defendem.

sexta-feira, 3 de junho de 2011
Mello Júnior

Mello Júnior é tocantinense, de 25 anos, e vem de uma família grande, com 18 filhos. Muitos deles têm talento musical, mas apenas ele levou às últimas consequências o sonho de ser cantor. Antes de entrar para o Ídolos 2011, o rapaz trabalhava com crianças de escolas públicas e particulares. "A gente fala sobre os problemas do nosso meio social e a gente acaba compondo. Eu acho importante usar meu talento pra implantar no coração das crianças essa coisa tão mágica que é a música.", afirma Mello. Mas, como eu disse na semana passada, imaginei que o candidato fosse mesmo ficar entre os menos votados.


quarta-feira, 1 de junho de 2011
Eles(as) cantam Elas(es)

Hoje, os candidatos do Top 9 do Ídolos 2011 tiveram mais um desafio: os rapazes cantaram músicas conhecidas em vozes femininas e as meninas, sucessos gravados por homens. Gostei disso. É um jeito bacana de fugir da maneira que estamos acostumados a ouvir as canções. Com esse troca-troca, a gente acaba prestando mais atenção na interpretação. Gosto muito da voz do Higor, mas ele realmente precisa escolher melhor o repertório. Não é qualquer música que fica legal na voz dele (que é excelente). Karielle deu um show de simplicidade ao cantar um sucesso do Luan Santana. Sem comentários, foi muito bom.


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